Teseu - O Héracles da Ática, filho de Poseidon ou de Egeu de Etra. Nasceu em Genetíon, perto de Trenezene, e foi criado por sei avô materno Piteu, que o educou nas artes musicais e gímnicas, e por Quírom que ensinou a arte de caçar. Aos dezesseis anos, encontrou sob uma pedra enorme, que ele levantou com extrema facilidade, a espada e as sandálias de Egeu, ali escondidas, com as quais dirigiu-se a Atenas, matando pelo Sínis, Perifetes, Escíron e Procustoe a ferosíssima porca de Cromíon. No Cefiso, os Fitálides purificaram-no dos crimes cometidos e, assim, chegou ele a Atenas, onde foi reconhecido por seu pai, ao desembainhar a espada, quando Media tentou envenená-lo. Capturou, em seguida, o touro de Maratona, que lançava fogo pelas narinas e derrotou seus primos, filhos de Palas que aspiravam ao reino de Atenas. Naquela época, era necessário enviar a Minos, pela terceira vez, o tributo a de sete rapazes e sete moças e Teseu quis fazer parte dele: chegando a Creta, com a ajuda de Ariadne, conseguiu entrar no labirinto e matar o minotauro, libertando Atenas do tributo. depois de ter abandonado Araidne, chegou a Atenasm onde foi causa involuntária da morte de seu pai Egeu; foi sucessor deste e instituiu as festas Panatenéias e os jogos Ístmicos. Em companhia de Héracles, participou da expedição contra as Amazonas e, como prêmio, teve Hipólita, sua rainha, da qual teve um filho, Hipólito. Depois da morte desta, casou-se com Fedra, irmã de Ariadne. da qual teve Acamas e Deméfon. Participou da caçada ao javali de Calídon e da expedição dos Argonautas. Foi íntimo amigo de Pirítoo, com o qual derrotou os Centauros e raptou Helena, ambos depois, desceram aos Infernos, com a intenção de raptar Perséfone, porém, Hades castigou-os e fez sentar Teseu sobre uma pedra que tinha a virtude de segurar, como se estivessem grudados, os que nela repousassem. Teseu, assim, não pôde mais sair dos Infernos, até a chagada de Héracles, que o libertou. Voltando a Atenas, encontrou seu trono ocupado por Menesteu pelo que, amaldiçoando os Atenienses, refugiou-se em Ciros, onde o rei Licomedes o precipitou de um rochedo ao mar ou, segundo outros, por um passo em falso, caiu num precipício. Por ordem de Delfos, seus ossos foram transportados para Atenas, onde foi-lhe exigido um esplêndido templo.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Semi-deus Prometheus
Prometeus - Titã, filho de Jápeto e de Ásia, ou de Clímene, pai de Deucalião, irmão de Epitemeu, Atlas e Menécio. Foi dado a ele e seu irmão Epitemeu a tarefa de criar a humanidade e dar aos humanos e a todos os animais do mundo os dons necessários para a sua sobrevivência. Epitemeu (cujo nome significa pensamento tardio) então a dar a vários animais coragem, força, velocidade, penas, pêlo e outras formas de proteção. Quando chegou o momento de criar um ser superior a todas as outras criaturas vivas, Epitemeu notou que já não havia mais talentos para dar. Foi forçado então a pedir ajuda a seu irmão Prometeus (cujo nome significa pensamento premeditado) que tomou para si a tarefa. Instituiu no homem a timidez da lebre, a ambição do pavão, a astúcia da raposa, a fericidade do tigre, a força do leão, mas para tornar humanos superiores aos animais, ele moldou-os numa forma mais nobre e fez com que andassem eretos. Ele então foi ao céu e acendeu a tocha com o fogo do sol. O dom do fogo que Prometeus deu à humanidade foi o mais valioso que qualquer um dos dons dos animais. Essa ação provocou a ira de Zeus. Não só ele roubou o fogo que deu aos humanos, mas ele também enganou os deuses que ele deveriam pegar as piores partes de qualquer animal sacrificado a eles, e os humanos as melhores. Prometeus então armou uma cilada para Zeus: pegou dois bois e de um tirou os ossos e a gordura e trocou pela carne do outro. Pediu então a Zeus escolher entro os dois, que pegou o com a gordura
Semi-deus Orfeu
Orfeu - Célebre cantor de origem trácia, filho de Éagro e da musa Calíope. Seu canto era tão enternecedor que fazia mover plantas e pedras e mansava as feras. Amou ternamente sua esposa Erúdice, acompanhou os Argonatas na expedição do velo de ouro. Morreu por mãos das mulheres trácias, que o dilaceraram porque, depois da perda de Eurídice, odiou as mulheres e desprezou o casamento. Depois de tê-lo matado, lançaram sua cabeça ao mar, que as ondas transportaram à ilha de Lesbos. Foi considerado o fundador da religião órfica, que teve grande difusão.
Semi-deus Minos
Minos - Filho de Zeus e de Europa, rei de Creta, marido de Pasífae e pai de Catreu, Deucalião, Glauco, Androgeu, Ariadne e Fedra. Por não ter sacrificado um belíssimo touro a Poseidon, este vingou-se fazendo com que Pasífae se enamorasse do touro e gerasse um ser monstruoso, metade touro e metade homem: o Minotauro. Minos encerrou-o no Labirinto e o alimentou com a carne de sete jovens e sete donzelas, que Atenas devia mandar a cada nove anos, como tributo, a Creta. Foi fundador da senhoria marítima de Creta e seu legislador. Por sua justiça, foi colocado no Averno, como juiz dos mortos, ao lado de Radamanto e Éaco. Segundo uma lenda posterior ao perseguir Dédalo até a Sicília, Minos morrei por mãos do rei Cócalo, no momento em que se banhava, e suas cinzas foram levadas a Creta por um de seus companheiros
Semi-deus Heracles
Heracles - O herói mais popular e célebre do toda a mitologia clássica. As lendas de que é protagonista constituem um ciclo inteiro, em perpétua evolução desde a época pré-helênica até o fim da Antigüidade. Filho de Zeus e de Alcmena, da raça de Perseu. A ciumenta Hera procurou fazer morrer esse filho de seu infiel marido, lançando ao berço do vigoroso menino duas cobras. Héracles dormia com os punhos cerrados; acordado pelo rastejar dos répteis, agarrou-os e os esganou. Assim começava a carreira daquele que seria o modelo de força física, o deus dos atletas. Desde logo teve competentíssimos mestres: Castor ensinou-lhe a cavalgar, Autólico a guiar o carro, Eurito o manejo do arco, Eumolpo e Lino a literatura e a música e Quíron inspirou-lhe o ar da ciência e o sentido da moral. Porém, o caráter do discípulo revelava-se cada vez mais impetuoso: um dia, por uma justa advertência, enfureceu-se e quebrou na cabeça de Lino uma pesada cítara, matando-o. Assim, começava suas façanhas e, desgraçadamente, seus delitos, pois o excesso de energia muscular quase sempre lhe turvava o cérebro. Matou a flechadas, num momento do loucura, os filhos e a mulher Mégara. Arrependido foi pedir ao oráculo de Delfos conselhos para se livrar a culpa desse crime, este então ordenou-lhe que se pusesse a disposição de Euristeu pelo prazo de 12 anos, nos quais ele realizou os conhecidos Doze Trabalhos de Heracles. Terminados os trabalhos, em outro acesso de loucura, lançou dos muros de Tirinto o filho de Eurito, Ífito, pelo que o oráculo impôs-lhe 3 anos de servidão na corte de Ônfale, rainha da Lídia, que o colou entre suas fiandeiras, com roupas de mulher, enquanto ela mesma usava sua clava e a pele do leão. Realizou, assim mesmo, algumas façanhas, dentre as quai a captura dos Cercopes, gênios alegres e espertíssimos. Em seguida, Heracles dirigiu-se a Tróia para vingar-se de Laomedonte, que matou juntamente com seus filhos, à exceção de Podrces. Voltou, depois, à Grécia, onde aniquilou a família de Nestor. Casou-se com Dejanira e, ao atravessar o rio Eveno, na Etólia, matou, com uma flechada, o centauro Nesso, que tentava raptar sua esposa. Antes de morrer, Nesso entregou a Dejanira a camisa manchada com seu sangue, fazendo-lhe acreditar que constituía um poderoso filtro de amor, com o qual poderia assegurar-se o eterno afeto de seu marido. Como Eurito tivesse negado sua filha Iole a Héracles, que a queria desposar, o herói vingou-se matando-o, juntamente com seus filhos, e levou Iole. Quando soube do fato, Dejanira mandou a Héracles, por intermédio de Licas, a camisa de Nesso; logo que a vestiu, sentiu Héracles seu corpo arder e ser corroído pelo veneno de que estava impregnada; enfurecido, lançou Licas ao mar. Fez-se transportar a Traquine e ordenou a seu filho que casasse com Iole; teve ainda forças para subir ao monte Eta, acender uma pira e lançar-se em meio às chamas. quando estas se ergueram, Zeus, num fragor de raios, veio buscar seu dileto filho e transportou-o numa nuvem ao Olimpo. Héracles tornou-se, assim , imortal, reconciliou-se com Hera, que o perseguira na terra, e casou-se com Hebe, da qual tece Alexíare e Anceto; outrossim, viveu no céu eternamente jovem.
Semi-Deus Aquiles
Aquiles - Filho de Peleu e de Tétis, natural da Tessália, o mais famoso das heróis gregos. Para tornar invulnerável seu filho, Tétis mergulhou-o no rio Estige, segurando-o pelas calcanhares, que assim se tornaram a única parte vulnerável. Fênix instruiu-o na eloqüência e na arte militar e o centauro Quíron na Medicina. O Destino deixara a Aquiles a escolha entre uma vida longa, porém sem glórias, e outra curta, porém gloriosa: Aquiles escolheu a última. Participou da guerra de Tróia com 50 naus, como chefe dos Mirmídones. Depois de muitos atos de bravura, matou Heitor e arrastou seu cadáver pelo campo, amarrado pelo pés a seu carro. Mais tarde, ao penetrar em Tróia, foi morto por um dardo de Páris, guiado por Apolo, que o atingiu justamente no calcanhar. Segundo outra lenda posterior, Tétis, sabedora que seu filho encontraria a morte na guerra de Tróia, escondeu-o, vestido de mulher, entre as filhas do rei Licomedes. Porém Ulisses, agindo com astúcia, descobriu-o: apresentou às filhas do rei alguns trabalhos e objetos femininos, além de diversas armas; Aquiles imediatamente interessou-se pelas armas. Depois de sua morte os gregos depositaram suas cinzas no promontório Sigeu, próximo à planície de Tróia, erigiram-lhe um templo e renderam-lhe honras divinas.
Semi-Deuses
Introdução
Na mitologia grega, os heróis (semi-deuses) eram personagem que estavam numa posição intermediária entre os homens e os deuses gregos. Possuíam poderes especiais superiores aos dos humanos (força, inteligência, velocidade), porém eram mortais. De acordo com a mitologia grega, os heróis eram filhos de deuses com seres humanos.
Conhecendo os heróis gregos
Os heróis aparecem em várias histórias mitológicas da Grécia Antiga. Utilizando suas capacidades especiais, são capazes de vencer monstros, combater vários guerreiros inimigos e atuar em missões que seriam impossíveis aos mortais. Por outro lado, os heróis apresentavam alguns defeitos humanos (psicológicos e corporais).
Os Semi-deuses conhecidos
- Teseu - venceu o Minotauro no labirinto de Creta.
- Agamenon - guerreiro valente e forte, foi o guerreiro comandante na Guerra de Tróia.
- Perseu - foi o herói que conseguiu decapitar a Medusa.
- Ajax: herói guerreiro que também atuou nas batalhas da Guerra de Tróia.
- Édipo: único a conseguir, com sua inteligência superior, decifrar o enigma da Esfinge. Tounou-se rei de Tebas.
- Cadmo: venceu o dragão que controlava a cidade de Tebas.
- Atlanta: heroína grega que participou da caçada ao javali de Caridon.
Na mitologia grega, os heróis (semi-deuses) eram personagem que estavam numa posição intermediária entre os homens e os deuses gregos. Possuíam poderes especiais superiores aos dos humanos (força, inteligência, velocidade), porém eram mortais. De acordo com a mitologia grega, os heróis eram filhos de deuses com seres humanos.
Conhecendo os heróis gregos
Os heróis aparecem em várias histórias mitológicas da Grécia Antiga. Utilizando suas capacidades especiais, são capazes de vencer monstros, combater vários guerreiros inimigos e atuar em missões que seriam impossíveis aos mortais. Por outro lado, os heróis apresentavam alguns defeitos humanos (psicológicos e corporais).
Os Semi-deuses conhecidos
- Teseu - venceu o Minotauro no labirinto de Creta.
- Agamenon - guerreiro valente e forte, foi o guerreiro comandante na Guerra de Tróia.
- Perseu - foi o herói que conseguiu decapitar a Medusa.
- Ajax: herói guerreiro que também atuou nas batalhas da Guerra de Tróia.
- Édipo: único a conseguir, com sua inteligência superior, decifrar o enigma da Esfinge. Tounou-se rei de Tebas.
- Cadmo: venceu o dragão que controlava a cidade de Tebas.
- Atlanta: heroína grega que participou da caçada ao javali de Caridon.
terça-feira, 27 de março de 2012
Bunyip
Para os aborígenes da Austrália o bunyip, cujo nome significa demônio na língua nativa é um animal fantástico do tamanho de um bezerro que vive em lagos e poços australianos.O bunyip alimenta-se de seres humanos, dando preferência a mulheres. Seu grito pode fazer o sangue coagular. O bunyip é uma classe de monstros das lendas e tradições dos aborígines australianos, conhecido também por vários nomes regionais. É descrito como uma criatura grande, escura e peluda com braços longos e enormes garras nas mãos. Habita águas interiores, pântanos e poças de água estagnada formadas no leito de rios que só enchem em períodos de chuva e devora qualquer criatura que entre em seu domínio, inclusive humanos. Mesmo os filhotes são perigosos: se um deles for capturado por qualquer razão, sua mãe emitirá o mais terrível dos uivos, fará as águas subirem e inundarem as habitações dos humanos para encontrar seu filho. Nenhum lugar é seguro ante tal inundação; mesmo que se suba a uma colina, as águas subirão até ultrapassá-la. A aparência exata do bunyip nunca foi estabelecida pela tradição e suas representações por artistas australianos, aborígenes ou não, são extremamente variadas. Entre os traços mais freqüentes estão caudas de cavalo, barbatanas e presas como as de uma morsa.
Yowie
O Yowie é um hominídeo da mesma família do Bigfoot (Américado Norte) e o Yeti do (Himalaia). O primeiro relato sobre a existência do Yowie foi escrito em 1876, mas ficou apenas registrado no folclore aborígene Autraliano. O Yowie tinham cerca de seis ou sete metros de altura, com corpo coberto por pêlos negros ou marrons. Apesar de ser uma criatura bípede, algumas pessoas afirmam ter visto ele correndo como quadrúpede. O maior número de relatos sobre o Yowie vem do Novo Sul do País de Gales(Austrália), na Costa de Ouro (Queensland , Austrália), e no país do Bush, da Faixa de Moehau. O relato mais recente de uma possível aparição do Yowie foi em 1997, quando uma mulher que vive no deserto de Tanimi afirma ter se acordado às 3 da manhã por uma criatura de mais ou menos sete metros de altura coberta por pêlos negros. A polícia encontrou pegadas gigantescas e um tubo de irrigação quebrado no local. Há várias teorias sobre o Yowie. Uma das teorias mais populares foi escrita pelo auto-proclamado cryptozoologista arqueológico Rex Gilroy. Gilroy acha que o Yowie pode ser uma espécie de macaco extinto ou mesmo uma versão menos evoluída dos homo sapiens.
Estátua de madeira do Yowie, em Kilcoy, Queensland, Austrália.
Estátua de madeira do Yowie, em Kilcoy, Queensland, Austrália.
Orang Pendek
Orang Pendek ou "homem pequeno" seria uma criatura semelhante a um pequeno macaco que supostamente viveria nas florestas da ilha de Sumatra, Indonésia. Segundo a lenda, o Orang Pendek mede de 0,75 a 1,50 m de altura e teria o corpo coberto inteiramente por pêlos marrons e apresentam uma cabeleira espessa e cerrada que vai até o meio das costas ou mais. Têm os braços mais curtos que os do macaco antropóide. A pegada parece a de um ser humano pequeno, só que mais larga.Também se pensa que é extremamente forte, testemunhas relataram que o viram derrubando toras. Alimenta-se de frutas e animais pequenos. O animal teria sido visto e documentado, pelo menos, cem anos por tribos da floresta, por moradores locais, colonos holandeses, cientistas e viajantes. Consenso entre as testemunhas é que o animal é um primata bípede. Múmias que supostamente seriam de orang pendeks eram outrora vendidas aos turistas que visitavam o local. No século XIII Marco Polo viu múmias que eram com feitas com cadáveres pelos nativos do local. O Orang Pendek e animais semelhantes têm sido historicamente registrados durante todo Sumatra e Sudeste da Ásia , as recentes aparições ocorreram em grande parte dentro do Parque Nacional Kerinci de Sumatra. Deborah Martyr, pesquisadora do Orang Pendek que já trabalhou na área por mais de 15 anos, entrevistou centenas de testemunhas, e alega ter visto pessoalmente o animal em diversas ocasiões, dá a seguinte descrição: Geralmente não mais que 85 ou 90 centímetros de altura - embora por vezes tão grande quanto 1m 20cm. O corpo é coberto por uma camada de cinza escuro ou preto salpicado de cabelos brancos. Mas é o enorme o poder físico do orang pendek que impressiona os moradores Kerinci. Eles falam com reverência, de seus ombros largos, tórax e abdômen superior enormes. As pernas, em comparação, são curtas e finas, os pés limpos e pequenos, geralmente ligado a um ângulo de até 45 graus. A cabeça similar ao gorila e parece haver uma crista óssea acima dos olhos. Mas a boca é pequena, os olhos são bem separados e distintamente o nariz é humanóide. Quando assustado, o animal expõe seus dentes, revelando estranhamente incisivos largos e salientes, longos dentes caninos. Uma equipe de quatro exploradores britânicos e seu guia indonésio o rastrearam através da selva densa e traiçoeira do Parque Nacional Kerinci de Sumatra, onde dois deles teriam tido um vislumbre do Orang Pendek. Richard Freeman, o zoólogo da expedição e diretor do Centro de zoologia, disse que acredita que a criatura é uma espécie não identificada de macaco."Nós encontramos vários conjuntos de marcas na lama e na terra", disse ele.
Eu sei que essas pegadas não foram feitas por qualquer espécie de macaco e não são feitas por qualquer espécie conhecida que viva no parque. "Foi um macaco - mas não um tipo de macaco conhecido - é mais adaptado para andar ereto". Freeman afirma que dois membros da expedição viram a criatura por trás, mas, infelizmente, a equipe não conseguiu obter uma fotografia.
Eu sei que essas pegadas não foram feitas por qualquer espécie de macaco e não são feitas por qualquer espécie conhecida que viva no parque. "Foi um macaco - mas não um tipo de macaco conhecido - é mais adaptado para andar ereto". Freeman afirma que dois membros da expedição viram a criatura por trás, mas, infelizmente, a equipe não conseguiu obter uma fotografia.
Nêmesis
Nêmesis é deusa da vingança na mitologia grega. Era contra o orgulho e a arrogância e também contra quem não cumpria as leis. Era filha da titã Nix, porém não se sabe quem é seu pai, pois Nêmesis e as irmãs sempre foram criadas isoladas pela mãe. Nêmesis foi criada junto com Têmis que era filha de Gaia, que foi dada a Nix, e foram criadas como irmãs. São as duas deusas com a mesma educação e também atributos comuns. Apesar de Nêmesis nascer na familia da maioria dos deuses trevosos, vivia no monte Olimpo e figurava a vingança divina. Nasceu ao mesmo tempo em que Gaia concebeu Têmis. Gaia, preocupada com a infante Têmis, que poderia vir a ser vítima da loucura de Urano, entregou-a a Nix.
Têmis tornou-se a personificação da ética e Nêmesis a personificação da vingança. Em Ramnunte localizava-se o templo de Nêmesis, e onde havia uma estátua das duas deusas juntas (as mais belas estátuas de Têmis e de Nêmesis). A estátua da deusa foi esculpida por Fídias num bloco de mármore de Paros trazido pelos persas e destinado a fazer um troféu. Os persas tinham-se mostrado muito seguros da vitória e nunca tomaram Atenas, pois Nêmesis tomou partido em favor de Atenas. Nêmesis encorajou o exército ateniense de Maratona.
Nêmesis castigava aqueles que cometiam crimes e ficavam sem penitências, os filhos que xingavam os pais, consolava as mulheres que ficavam sem seus maridos e também ajudava aqueles que tinham que pagar injustamente, pois nada tinham cometido. Nêmesis era uma deusa muito atraente e bonita, assim como Afrodite. Lembra também um anjo, pois tem asas em suas costas.
Uma de suas aventuras amorosas foi com Zeus que a perseguiu incansavelmente, mas ela não queria nada com ele e se transformava em vários tipos de coisas, até que um dia ela se transformou em gansa e Zeus por sua vez se transformou em Cisne e com isso conseguiu seu amor e uma filha com ela também, que botou um ovo e deste ovo nasceu Helena.
Um dos castigos que Nêmesis deu foi a Narciso que por ser muito bonito, desprezava o amor, e muitas donzelas sofriam por amor por causa dele e pediram vingança aos céus. Até que um dia Narciso saiu para caçar e Nêmesis preparou um calor muito forte, que Narciso teve que parar para beber água em uma fonte, mas então viu seu reflexo e se deslumbrou com tanta beleza, foi aí que Narciso ficou até sua morte.
Outro castigo que Nêmesis proporcionou foi pra Creso que era deslumbrado com sua riqueza, e só pensava no seu dinheiro, até que ela levou Creso para uma expedição contra Ciro II da Pérsia e ele acaba perdendo tudo o que tinha, assim fica em ruínas.
Atualmente algumas pessoas chamam de Nêmesis os seus piores inimigos, aquela pessoa que é muito diferente de si próprio, mas ao mesmo tempo se tem muita semelhança. Aquela pessoa que ao mesmo tempo em que é seu inimigo, também lhe traz muita admiração.
Têmis tornou-se a personificação da ética e Nêmesis a personificação da vingança. Em Ramnunte localizava-se o templo de Nêmesis, e onde havia uma estátua das duas deusas juntas (as mais belas estátuas de Têmis e de Nêmesis). A estátua da deusa foi esculpida por Fídias num bloco de mármore de Paros trazido pelos persas e destinado a fazer um troféu. Os persas tinham-se mostrado muito seguros da vitória e nunca tomaram Atenas, pois Nêmesis tomou partido em favor de Atenas. Nêmesis encorajou o exército ateniense de Maratona.
Nêmesis castigava aqueles que cometiam crimes e ficavam sem penitências, os filhos que xingavam os pais, consolava as mulheres que ficavam sem seus maridos e também ajudava aqueles que tinham que pagar injustamente, pois nada tinham cometido. Nêmesis era uma deusa muito atraente e bonita, assim como Afrodite. Lembra também um anjo, pois tem asas em suas costas.
Uma de suas aventuras amorosas foi com Zeus que a perseguiu incansavelmente, mas ela não queria nada com ele e se transformava em vários tipos de coisas, até que um dia ela se transformou em gansa e Zeus por sua vez se transformou em Cisne e com isso conseguiu seu amor e uma filha com ela também, que botou um ovo e deste ovo nasceu Helena.
Um dos castigos que Nêmesis deu foi a Narciso que por ser muito bonito, desprezava o amor, e muitas donzelas sofriam por amor por causa dele e pediram vingança aos céus. Até que um dia Narciso saiu para caçar e Nêmesis preparou um calor muito forte, que Narciso teve que parar para beber água em uma fonte, mas então viu seu reflexo e se deslumbrou com tanta beleza, foi aí que Narciso ficou até sua morte.
Outro castigo que Nêmesis proporcionou foi pra Creso que era deslumbrado com sua riqueza, e só pensava no seu dinheiro, até que ela levou Creso para uma expedição contra Ciro II da Pérsia e ele acaba perdendo tudo o que tinha, assim fica em ruínas.
Atualmente algumas pessoas chamam de Nêmesis os seus piores inimigos, aquela pessoa que é muito diferente de si próprio, mas ao mesmo tempo se tem muita semelhança. Aquela pessoa que ao mesmo tempo em que é seu inimigo, também lhe traz muita admiração.
Gaia
Gaia era a deusa da Terra, a Mãe Terra, como elemento primordial e latente de uma potencialidade geradora quase absurda. Segundo Hesíodo, no princípio surge o Caos, e do Caos nascem Gaia, Tártaro, Eros (o amor), Érebo e Nix (a noite).
Mãe geradora de todos os deuses e criadora do planeta. Nascida do Caos, foi a ordenadora do Cosmos, acabando assim com a desordem e a destruição em que aquele se encontrava, criando a harmonia.
Sozinha, gerou Urano (o Céu) e Pontos (o Mar); criou, do seu próprio corpo, montanhas, vales e planícies; fez nascer a água e deu origem aos seres vivos.
Ela gerou Urano, seu igual, com o desejo de ter alguém que a cobrisse completamente, e para que houvesse um lar eterno para os deuses "bem-aventurados".
Com Urano, Gaia gerou os 12 Titãs: Oceano, Céos, Crio, Hiperião, Jápeto, Téia, Reia, Têmis, Mnemosine, a coroada de ouro Febe, e a amada Tétis e, por fim, nasceu Cronos, o mais novo e mais terrível dos seus filhos, que odiava a luxúria do seu pai. Gerou ainda com Urano os Ciclopes e os Hecatônquiros (Gigantes de Cem Mãos).
Sendo Urano capaz de prever o futuro, temeu o poder de filhos tão grandes e poderosos e os encerrou novamente no útero de Gaia. Ela, que gemia com dores atrozes sem poder parir, chamou seus filhos Titãs e pediu auxílio para libertar os irmãos e se vingar do pai. Somente Cronos aceitou. Gaia então tirou do peito o aço e fez a foice dentada. Colocou-a na mão de Cronos e os escondeu. Urano, ao descer para se unir mais uma vez com a esposa, foi surpreendido por Cronos, que atacou-o e castrou-o, separando assim o Céu e a Terra. Do sangue de Urano derramado sobre Gaia, nasceram os Gigantes, as Eríneas e as Melíades.
Após a queda de Urano, Cronos subiu ao trono do mundo e libertou os irmãos. Mas vendo o quanto eram poderosos, também os temia e os aprisionou mais uma vez. Gaia, revoltada com o ato de tirania e intolerância do filho, tramou uma nova vingança
Quando Cronos se casou com Réia e passou a reger todo o universo, Urano lhe anunciou que um de seus filhos o destronaria. Ele então passou a devorar cada recém nascido por conselhos do pai. Mas Gaia ajudou Réia a salvar o filho que viria a ser Zeus. Réia então, em vez de entregar seu filho para Cronos devorar entregou-lhe uma pedra, e escondeu seu filho em uma caverna.
Já adulto, Zeus declarou guerra ao pai e aos demais Titãs com a ajuda de Gaia. E durante cem anos nenhum dos lados chegava ao triunfo. Gaia então foi até Zeus e prometeu que ele venceria e se tornaria rei do universo se descesse ao Tártaro e libertasse os três Ciclopes e os três Hecatônquiros.
Ouvindo os conselhos de Gaia, Zeus venceu Cronos, com a ajuda dos filhos libertos da Terra e se tornou o novo soberano do Universo. Todavia, Zeus realizou um acordo com os Hecatônquiros para que estes vigiassem os Titãs no fundo do Tártaro. Gaia pela terceira vez se revoltou e lançou mão de todas as suas armas para destronar Zeus.
Num primeiro momento, ela pariu incontáveis Andróginos, seres com quatro pernas e quatro braços que se ligavam por meio da coluna terminado em duas cabeças, além de possuir os órgãos genitais femininos e masculinos. Os Andróginos surgiam do chão em todos os quadrantes e escalavam o Olimpo com a inteção de destruir Zeus, mas, por conselhos de Têmis, ele e os demais deuses deveriam acertar os Andróginos na coluna, de modo a dividi-los exatamente ao meio. Assim feito, Zeus venceu.
Em uma outra oportunidade, Gaia produziu uma planta que ao ser comida poderia dar imortalidade aos Gigantes; todavia a planta necessitava de luz para crescer. Mas ao saber disto Zeus ordenou que Hélios, Selene, Eos e as Estrelas não subissem ao céu, e escondido nos véus de Nix, ele encontrou a planta e a destruiu. Mesmo assim Gaia incitou os Gigantes a colocarem as montanhas umas sobre as outras na intenção de subir o céu e invadir o Olimpo. Mas Zeus e os outros deuses venceram novamente.
Como última alternativa, enviou seu filho mais novo e o mais horrendo, Tifão para destruir os deuses e seus aliados, mas os deuses se uniram contra a terrivel criatura e depois de uma terrivel e sangrenta batalha, eles conseguem vencer o último filho de Gaia. Enfim, Gaia cedeu e concordou com Zeus que jamais voltaria a tramar contra seu governo. Dessa forma, ela foi recebida como uma deusa Olímpica.
Mãe geradora de todos os deuses e criadora do planeta. Nascida do Caos, foi a ordenadora do Cosmos, acabando assim com a desordem e a destruição em que aquele se encontrava, criando a harmonia.
Sozinha, gerou Urano (o Céu) e Pontos (o Mar); criou, do seu próprio corpo, montanhas, vales e planícies; fez nascer a água e deu origem aos seres vivos.
Ela gerou Urano, seu igual, com o desejo de ter alguém que a cobrisse completamente, e para que houvesse um lar eterno para os deuses "bem-aventurados".
Com Urano, Gaia gerou os 12 Titãs: Oceano, Céos, Crio, Hiperião, Jápeto, Téia, Reia, Têmis, Mnemosine, a coroada de ouro Febe, e a amada Tétis e, por fim, nasceu Cronos, o mais novo e mais terrível dos seus filhos, que odiava a luxúria do seu pai. Gerou ainda com Urano os Ciclopes e os Hecatônquiros (Gigantes de Cem Mãos).
Sendo Urano capaz de prever o futuro, temeu o poder de filhos tão grandes e poderosos e os encerrou novamente no útero de Gaia. Ela, que gemia com dores atrozes sem poder parir, chamou seus filhos Titãs e pediu auxílio para libertar os irmãos e se vingar do pai. Somente Cronos aceitou. Gaia então tirou do peito o aço e fez a foice dentada. Colocou-a na mão de Cronos e os escondeu. Urano, ao descer para se unir mais uma vez com a esposa, foi surpreendido por Cronos, que atacou-o e castrou-o, separando assim o Céu e a Terra. Do sangue de Urano derramado sobre Gaia, nasceram os Gigantes, as Eríneas e as Melíades.
Após a queda de Urano, Cronos subiu ao trono do mundo e libertou os irmãos. Mas vendo o quanto eram poderosos, também os temia e os aprisionou mais uma vez. Gaia, revoltada com o ato de tirania e intolerância do filho, tramou uma nova vingança
Quando Cronos se casou com Réia e passou a reger todo o universo, Urano lhe anunciou que um de seus filhos o destronaria. Ele então passou a devorar cada recém nascido por conselhos do pai. Mas Gaia ajudou Réia a salvar o filho que viria a ser Zeus. Réia então, em vez de entregar seu filho para Cronos devorar entregou-lhe uma pedra, e escondeu seu filho em uma caverna.
Já adulto, Zeus declarou guerra ao pai e aos demais Titãs com a ajuda de Gaia. E durante cem anos nenhum dos lados chegava ao triunfo. Gaia então foi até Zeus e prometeu que ele venceria e se tornaria rei do universo se descesse ao Tártaro e libertasse os três Ciclopes e os três Hecatônquiros.
Ouvindo os conselhos de Gaia, Zeus venceu Cronos, com a ajuda dos filhos libertos da Terra e se tornou o novo soberano do Universo. Todavia, Zeus realizou um acordo com os Hecatônquiros para que estes vigiassem os Titãs no fundo do Tártaro. Gaia pela terceira vez se revoltou e lançou mão de todas as suas armas para destronar Zeus.
Num primeiro momento, ela pariu incontáveis Andróginos, seres com quatro pernas e quatro braços que se ligavam por meio da coluna terminado em duas cabeças, além de possuir os órgãos genitais femininos e masculinos. Os Andróginos surgiam do chão em todos os quadrantes e escalavam o Olimpo com a inteção de destruir Zeus, mas, por conselhos de Têmis, ele e os demais deuses deveriam acertar os Andróginos na coluna, de modo a dividi-los exatamente ao meio. Assim feito, Zeus venceu.
Em uma outra oportunidade, Gaia produziu uma planta que ao ser comida poderia dar imortalidade aos Gigantes; todavia a planta necessitava de luz para crescer. Mas ao saber disto Zeus ordenou que Hélios, Selene, Eos e as Estrelas não subissem ao céu, e escondido nos véus de Nix, ele encontrou a planta e a destruiu. Mesmo assim Gaia incitou os Gigantes a colocarem as montanhas umas sobre as outras na intenção de subir o céu e invadir o Olimpo. Mas Zeus e os outros deuses venceram novamente.
Como última alternativa, enviou seu filho mais novo e o mais horrendo, Tifão para destruir os deuses e seus aliados, mas os deuses se uniram contra a terrivel criatura e depois de uma terrivel e sangrenta batalha, eles conseguem vencer o último filho de Gaia. Enfim, Gaia cedeu e concordou com Zeus que jamais voltaria a tramar contra seu governo. Dessa forma, ela foi recebida como uma deusa Olímpica.
Melampo
Melampo, filho de Amitáon, um dos eólios, era adivinho e efetuou uma das mais famosas curas da Mitologia. Melampo foi o primeiro mortal dotado de poderes proféticos. Em frente à sua casa havia um antigo carvalho que abrigava um ninho de serpentes. As velhas serpentes foram mortas pelos seus criados, mas Melampo resolveu cuidar dos filhotes, alimentandos-as cuidadosamente. Certo dia, enquanto dormia sob o carvalho, as serpentes lamberam as suas orelhas. Ao despertar, espantou-se porque podia entender a linguagem dos pássaros e também das criaturas rastejantes. Esse conhecimento dava- lhe a capacidade de prever os eventos futuros, e ele tornou-se um vidente de renome. Certa vez seus inimigos o capturaram e o puseram-no sob rigorosa prisão. No silêncio da noite, Melampo ouviu dois vermes da madeira conversando sobre o estado de putrefação do madeiramento do edifício, prevendo que o telhado cairia em breve. Ele revelou esse fato aos seus captores e ordenou-lhes que o deixassem sair, advirtindo-os que também se prevenissem. Eles obedeceram a Melampo, escapando à destruição: recompensaram-no e passaram a respeitá-lo. Melampo curou a impotência de Íficlos, filho do rei Fílaco, da Tessália, depois de descobrir o tratamento necessário pela conversa das aves. Curou também a loucura das prétides, filhas de Preto, rei de Tirinto.
Hefesto
Hefesto era o deus do fogo, dos metais e da metalurgia; patrono dos ferreiros,era representado normalmente como um ferreiro, e seus atributos eram o machado e a tenaz. Suas oficinas eram os vulcões, onde trabalhava auxiliado pelos ciclopes e por criadas de ouro "em tudo semelhantes a moças vivas". Era filho de Zeus e de Hera ou, em algumas versões, só de Hera, ela teria dado a luz a Hefesto através da partenogênese (refere-se ao crescimento e desenvolvimento de um embrião sem fertilização). Ao contrário dos demais deuses, belos e fisicamente perfeitos, era feio e coxo. Existe duas versões para sua deformidade. Em uma delas, tentou defender Hera durante uma das inúmeras discussões com Zeus e o pai dos deuses, encolerizado, agarrou-o pelo pé e atirou-o Olimpo abaixo. Hefesto caiu durante um dia inteiro e, ao se chocar com a ilha de Lemnos, ficou coxo para sempre. Na versão mais popular, sua mãe ficou tão assustada com sua deformidade que o jogou fora do Olimpo logo depois de nascer, para que os outros deuses não o vissem. Ele caiu no mar, mas foi salvo pela oceânide Eurínome e pela nereida Tétis, que mais tarde o criaram. Mais tarde, Hefesto se vingou de Hera enviando-lhe de presente um finíssimo trono de ouro com uma armadilha. Assim que a deusa se sentou, correntes a prenderam habilmente e ninguém conseguia quebrá-las, e somente Hefesto sabia desarmar a armadilha. Os deuses tiveram então que pedir a Dionisio que desse um jeito de trazer Hefesto de volta ao Olimpo. Dionisio não teve grandes dificuldades em embriagá-lo e convencê-lo; na verdade, ele realizou tão bem sua tarefa, que Hefesto teve de entrar na morada dos deuses montado em um burro... Mas soltou a mãe logo depois e assumiu seu lugar no Olimpo.
Foi então que Hera para reparar seus danos lhe deu a mão de Afrodite, Hefesto casou-se com Afrodite, no entanto, apesar da beleza de Afrodite ser muito grande, seu caráter não era. Afrodite sempre manteve um caso com o deus Ares, mas Hefesto tomou conhecimento da traição e preparou uma armadilha para os dois. Hefesto saiu de casa e Afrodite se encontrou com Ares em sua residência e na cama Hefesto tinha colocado uma rede com fios transparentes, foi então que os dois deitaram e ficaram amarrados na frente de todos os deuses passando humilhação. Hefesto foi responsável por fazer boa parte dos magníficos equipamentos dos deuses, e quase todo tipo de trabalho em metal dotado de poderes mágicos que aparece na mitologia grega é tido como tendo sido feito pelo deus; o elmo alado e as sandálias de Hermes, o peito de armas conhecido como égide a célebre cinta de Afrodite o cetro de Agamenon a armadura de Aquiles, os crotala de bronze de Héracles a carruagem de Hélios (bem como a sua própria), o ombro de Pélops , o arco e flecha de Eros.
Foi então que Hera para reparar seus danos lhe deu a mão de Afrodite, Hefesto casou-se com Afrodite, no entanto, apesar da beleza de Afrodite ser muito grande, seu caráter não era. Afrodite sempre manteve um caso com o deus Ares, mas Hefesto tomou conhecimento da traição e preparou uma armadilha para os dois. Hefesto saiu de casa e Afrodite se encontrou com Ares em sua residência e na cama Hefesto tinha colocado uma rede com fios transparentes, foi então que os dois deitaram e ficaram amarrados na frente de todos os deuses passando humilhação. Hefesto foi responsável por fazer boa parte dos magníficos equipamentos dos deuses, e quase todo tipo de trabalho em metal dotado de poderes mágicos que aparece na mitologia grega é tido como tendo sido feito pelo deus; o elmo alado e as sandálias de Hermes, o peito de armas conhecido como égide a célebre cinta de Afrodite o cetro de Agamenon a armadura de Aquiles, os crotala de bronze de Héracles a carruagem de Hélios (bem como a sua própria), o ombro de Pélops , o arco e flecha de Eros.
Mistério da porta e janela
Conhecido tambem como Pedra da Serpente, é um dos locais onde muitos relatam ter observado luzes e seres estranhos. Um conto indígena diz que ali existia uma gruta da qual saíam fumaça e fogo. Um dia, os deuses a fecharam, deixando na porta os contornos que lembram uma serpente.
Atualmente, há relatos no local de que, à noite, é vista uma pessoa loira de quase dois metros de altura, com cabelos muito longos, vestindo algo semelhante a um macacão prateado; outras vezes, usa uma túnica branca e, na altura do peito, um emblema de uma serpente. Ela se dirige à rocha, entra na mesma e desaparece.
Há relatos de aparições luminosas com forte brilho esbranquiçado que saem da Pedra, como citam algumas pessoas: a pedra parece ser um “portal”, e muitos sentem algo de estranho ao lado dela.
Atualmente, há relatos no local de que, à noite, é vista uma pessoa loira de quase dois metros de altura, com cabelos muito longos, vestindo algo semelhante a um macacão prateado; outras vezes, usa uma túnica branca e, na altura do peito, um emblema de uma serpente. Ela se dirige à rocha, entra na mesma e desaparece.
Há relatos de aparições luminosas com forte brilho esbranquiçado que saem da Pedra, como citam algumas pessoas: a pedra parece ser um “portal”, e muitos sentem algo de estranho ao lado dela.
O Portão dos Deuses
Antigas lendas dos incas dizem que nas montanhas existia uma porta, por onde era possível viajar e voltar do mundos dos deuses, e através da qual os deuses vinham ao nosso mundo, para manter contato com os mortais. As ruínas conservadas do que parece ser essa porta foi descoberta recentemente por um guia turístico peruano, nas montanhas Hayu Marca, a 35 quilômetros de distância da cidade de Puno, sul do Peru. Embora seja chamada de “Cidade dos Deuses” nas lendas incas, Hayu Marca não apresenta vestígios de construções, embora as formações naturais sejam semelhantes a edifícios e formem um conjunto parecido com o de uma cidade. A área jamais foi bem explorada, por ser de difícil acesso e ficar numa parte muito escarpada das cordilheiras locais. A “Porta de Hayu Marca” ou “Porta de Aramu Muru” mede exatamente 7 metros de altura por 7 de largura e tem em seu interior uma caverna menor, de 2 metros de diâmetro. Depois de encontrar a caverna, Delgado entrou em contato com arqueólogos do Governo em Puno, La Paz e Lima e logo a região ficou cheia de arqueólogos e historiadores da civilização inca. Eles já tinham ouvido falar das lendas indígenas que diziam que naquela região havia um “portão para a terra dos deuses”. Segundo essas lendas, há muito tempo grandes heróis passaram através da porta para juntarem-se aos deuses numa nova vida de imortais. Em algumas raras ocasiões, dizem as lendas, alguns desses homens voltaram após um pequeno período com os deuses, para inspecionar todas as terras no reino. Outra lenda fala da época em que os conquistadores espanhóis chegaram ao Peru e saquearam o ouro e pedras preciosas do Império Inca. Um sacerdote do Templo , chamado Amaru Meru (Aramu Muru), teria fugido de seu templo sagrado com um disco dourado e alcançou as montanhas de Hayu Marca. Na companhia de um outro xamã, Hayu Marca realizou um ritual que fez com que “a porta se abrisse e dela saísse uma intensa luz azul”. Então, conta a lenda, Aramu Maru entregou o disco dourado ao outro xamã e passou pela porta “para jamais voltar a ser visto”. Os arqueólogos observam que existe uma mão de pequeno porte, na depressão circular no lado direito da porta menor, e teorizam que este é o lugar onde um pequeno disco pode ser colocado e mantido pela rocha.
De acordo com alguns indivíduos que colocaram suas mãos na pequena porta, uma sensação de energia fluindo foi sentida, bem como experiências estranhas como visões de estrelas, colunas de fogo e os sons de estranha música. Outros disseram ter percebido túneis no interior da estrutura, embora ninguém ainda tenha encontrado uma lacuna na abertura da porta.
De acordo com alguns indivíduos que colocaram suas mãos na pequena porta, uma sensação de energia fluindo foi sentida, bem como experiências estranhas como visões de estrelas, colunas de fogo e os sons de estranha música. Outros disseram ter percebido túneis no interior da estrutura, embora ninguém ainda tenha encontrado uma lacuna na abertura da porta.
Eco
Eco era uma ninfa, reconhecida pelo seu encanto, juventude e beleza, que vivia nas montanhas e nas grutas. Foi uma das ninfas que acompanhou a deusa Hera quando esta se casou com Zeus. Tinha, no entanto, um defeito: falava demais e sempre queria dar a última palavra em qualquer conversa ou discussão. Eco tinha a tarefa de distrair a atenção de Hera, com conversas e cantos, sempre que Zeus se ausentava nas suas aventuras amorosas com deusas e mortais. Quando Hera descobriu a artimanha, castigou Eco, retirando-lhe a voz e fazendo-a repetir sempre a última sílaba das palavras que eram faladas na sua presença. A ninfa Eco ficou conhecida como "aquela que não sabe falar em primeiro lugar, que não pode calar-se quando se fala com ela, que repete apenas os últimos sons da voz que lhe chega" .
Pouco tempo depois, Eco apaixonou-se por Narciso, mas impossibilitada de lhe confessar o seu amor e ignorada por ele, refugiou-se nas cavernas, onde morreu de desgosto e onde ainda hoje se consegue ouvir o eco da sua voz. Quanto a Narciso, este foi castigado pelos deuses por ter recusado Eco. Condenado a apaixonar-se pela sua própria imagem, Narciso morreu a olhar para o rosto refletido nas águas de um lago.
Outra lenda conta ainda que a morte de Eco foi causada pelo deus Pã a quem ela recusou o amor. Pã mandou que os pastores matassem Eco, a desfizessem em bocados e que os espalhassem pelo mundo inteiro. Gaia, a deusa da terra, recebeu os pedaços e guardou a sua voz e o seu talento de repetir qualquer som.
Pouco tempo depois, Eco apaixonou-se por Narciso, mas impossibilitada de lhe confessar o seu amor e ignorada por ele, refugiou-se nas cavernas, onde morreu de desgosto e onde ainda hoje se consegue ouvir o eco da sua voz. Quanto a Narciso, este foi castigado pelos deuses por ter recusado Eco. Condenado a apaixonar-se pela sua própria imagem, Narciso morreu a olhar para o rosto refletido nas águas de um lago.
Outra lenda conta ainda que a morte de Eco foi causada pelo deus Pã a quem ela recusou o amor. Pã mandou que os pastores matassem Eco, a desfizessem em bocados e que os espalhassem pelo mundo inteiro. Gaia, a deusa da terra, recebeu os pedaços e guardou a sua voz e o seu talento de repetir qualquer som.
Hipnos
Hipnos, na mitologia grega era a personificação do sono, da sonolência; seu equivalente romano era Somnus. Era filho da deusa da noite, Nix, e de Érebo, que simbolizava a escuridão primitiva constituída no instante da criação. Ele tinha inúmeros irmãos, dos quais o mais importante era seu gêmeo Tânatos, divindade responsável pela esfera da morte. Tanto que em Esparta era comum sua imagem ser colocada sempre ao lado da morte, representada por seu irmão. Seus outros irmãos nasceram apenas da vontade de Nix, ou da ajuda de Érebo. Hipnos seria o responsável pelo descanso restaurador de todas as criaturas terrestres, enquanto ele pairava sobre a superfície. A Ilíada de Homero afirma que Hipnos morava em Lemnos, junto de sua esposa Grácia Pasitea, oferta da deusa Hera por seus serviços prestados. Normalmente, ao repousar, ele adotava a forma de uma ave.
Ele e sua esposa tiveram os oneiros, seus filhos, responsáveis por distribuir os sonhos: Ícelo - criador dos pesadelos, Morfeu - criador dos sonhos, Fântaso - criador dos objetos inanimados que aparecem nos sonhos, e Fantasia - única filha, criadora dos monstros, quimeras e devaneios.
Hipnos vivia num palácio construído dentro de uma grande caverna no oeste distante, onde o sol nunca alcançava, porque ninguém tinha um galo que acordasse o mundo, nem gansos ou cães, de modo que Hipnos viveu sempre em tranquilidade, em paz e silêncio. Do outro lado de todo este lugar peculiar passava Lete, o rio do esquecimento, e nas margens, cresciam plantas que junto ao murmúrio das águas límpidas do rio ajudavam os homens a dormir. No meio do palácio existia uma bela cama, cercada por cortinas pretas onde Hipnos descansava, sendo que Morfeu tomava cuidado de que ninguém o acordasse.
Costumava ser visto trajando peças douradas, em oposição a seu irmão gêmeo que normalmente usava tons prateados. Também pode ser retratado como um jovem nu dotado de asas, tocando flauta com a qual adormece os homens, com um rastro de névoa por onde passa. Seus atributos incluem um chifre contendo ópio, um talo de papoula, um ramo gotejando água do rio Lete ("Esquecimento") e uma tocha invertida.
Ele e sua esposa tiveram os oneiros, seus filhos, responsáveis por distribuir os sonhos: Ícelo - criador dos pesadelos, Morfeu - criador dos sonhos, Fântaso - criador dos objetos inanimados que aparecem nos sonhos, e Fantasia - única filha, criadora dos monstros, quimeras e devaneios.
Hipnos vivia num palácio construído dentro de uma grande caverna no oeste distante, onde o sol nunca alcançava, porque ninguém tinha um galo que acordasse o mundo, nem gansos ou cães, de modo que Hipnos viveu sempre em tranquilidade, em paz e silêncio. Do outro lado de todo este lugar peculiar passava Lete, o rio do esquecimento, e nas margens, cresciam plantas que junto ao murmúrio das águas límpidas do rio ajudavam os homens a dormir. No meio do palácio existia uma bela cama, cercada por cortinas pretas onde Hipnos descansava, sendo que Morfeu tomava cuidado de que ninguém o acordasse.
Costumava ser visto trajando peças douradas, em oposição a seu irmão gêmeo que normalmente usava tons prateados. Também pode ser retratado como um jovem nu dotado de asas, tocando flauta com a qual adormece os homens, com um rastro de névoa por onde passa. Seus atributos incluem um chifre contendo ópio, um talo de papoula, um ramo gotejando água do rio Lete ("Esquecimento") e uma tocha invertida.
Morfeu
Segundo a mitologia grega, Morfeu era um deus filho de Hipnos, o deus do sono. Assim como o seu pai, ele dispunha de grandes asas que o fazia vagar silenciosamente pelos mais distantes lugares do planeta Terra. Ao aproveitar do repouso dos homens, Morfeu assumia formas humanas e ocupava os sonhos de quem quisesse, aparecendo nos sonhos das pessoas como se fosse a pessoa amada por aquele determinado indivíduo. Desse modo, os gregos acreditavam que uma noite bem dormida e seus vários efeitos positivos só seriam explicados pela presença dessa divindade em seus sonhos. Morfeu foi mencionado na obra Metamorfoses de Ovídio como um deus vivendo numa cama feita de ébano numa escura caverna decorada com flores. Em nosso cotidiano, é comum muitas pessoas celebrarem uma noite bem dormida dizendo que “caiu nos braços de Morfeu”. Foi justamente por meio dessa expressão e da história de Morfeu que um dos mais potentes analgésicos existentes, a morfina, ganhou esse nome.
Pã
Pã então perseguiu-a, mas Syrinx, ao chegar à margem do rio Ladon e vendo que já não tinha possibilidade de fuga, pediu às ninfas dos rios, as náiades, que mudassem a sua forma. Estas, ouvindo as suas preces, atendem o seu pedido a transformando em bambu. Quando Pã a alcançou, não havia nada, excepto o bambu e o som que o ar produzia ao atravessá-lo.
Quando, ao ouvir este som, Pã ficou encantado, e resolveu então juntar bambus de diferentes tamanhos, inventando um instrumento musical ao qual chamou syrinx, em honra à ninfa. Este instrumento musical é conhecido mais pelo nome de Flauta de Pã, em honra ao próprio deus. Ele também perseguiu as ninfas Pítis e Eco.
Apesar de ter sido venerado como um deus, Pã não era imortal. Não se sabe como sua morte ocorreu, só que ela foi anunciada por um navio, de onde uma voz bradava: "O grande Pã está morto!" Em homenagem ao bravo fauno que o havia ajudado na batalha contra Tifão e que havia alegrado a Terra e o Olimpo com sua música, Zeus catasterizou-o na constelação de Capricórnio.
Assinar:
Postagens (Atom)











